segunda-feira, março 31, 2008

Sinto a tua falta...
Volta!
Esquece tudo e volta para os meus braços, que te aguardam desde que partiste.
Volta!
Sinto a tua falta...
Partiste antes do que estava previsto, pensei que estarias sempre aqui,
mas "Deus leva os que mais ama...", não é?
Sei que sofreste e sofrerias outra vez se viesses,
mas deixa-me ser egoísta só desta vez...
Volta!!!

Carla
Olho e não vejo!
Só penso. Mas porquê pensar quando podia vaguear...
Não sei que se passa, nem qual é a graça?
O sonho só ilude mas se não o fosse que seria de nós?
Como aguentar o paladar e o amargar do sal da vida?
Há-de passar, não o posso negar, mas será que passará ou para sempre ficará?!...
Só o futuro o sabe e eu não quero ser curiosa...

Carla
www.yvesrocher.pt

sábado, março 29, 2008

sexta-feira, março 28, 2008

Estou na sala de aula... olho pela janela, o dia está cinzento e chuvoso. Da janela não se vê muito: só uma muro, duas casas, uma nova e uma menos nova. Esta última feita de folhas de zinco e paredes pintadas de várias tintas, restos do que havia na altura (imagino eu).
Enquanto a "parataxe" e a "hipotaxe" aparecem no quadro, reparo nas folhas que descem do muro. Folhas diferentes, bonitas, folhas que, apesar de estarmos já na Primavera, não têm o tempo adequado ao seu crescimento. Verdes, de um verde vivo e fresco. Contrastam com o céu cinzento e com o decorrer da aula. Não sei o seu nome: eras, plátanos...(nunca fui boa a ciências da natureza), mas sei que são a única coisa que dá vida ao muro e ao dia que hoje vivo e observo daquela janela.
São folhas verdes, de um verde vivo e fresco.

Carla

quarta-feira, março 26, 2008



Berros, berros, berros, berros e mais berros...
Berros, discussões, queixinhas, queixumes, palavrões, azedumes...
Discussões, palavras vãs, marcadas, cravadas, infiltradas...
Palavras vãs, demoradas, pensadas vezes e vezes sem conta, matutadas, saturadas, gastas, engilhadas...
Demoradas, cicatrizadas, saradas, esquecidas, levadas...
Porquê?
Para quê?
Berros e mais berros, berros , berros , discussões...


Carla
Leona Lewis - Bleeding Love

Closed off from love
I didn't need the pain
Once or twice was enough
And it was all in vain
Time starts to pass
Before you know it you're frozen
But something happened
For the very first time with you
My heart melts into the ground
Found something true
And everyone's looking round
Thinking I'm going crazy
But I don't care what they say
I'm in love with you
They try to pull me away
But they don't know the truth
My heart's crippled by the vein
That I keep on closing
You cut me open and I
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open
Trying hard not to hear
But they talk so loud
Their piercing sounds fill my ears
Try to fill me with doubt
Yet I know that the goal
Is to keep me from falling
But nothing's greater
Than the rush that comes with your embrace
And in this world of loneliness
I see your face
Yet everyone around me
Thinks that I'm going crazy, maybe, maybe
But I don't care what they say
I'm in love with you
They try to pull me away
But they don't know the truth
My heart's crippled by the vein
That I keep on closing
You cut me open and I
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open
And it's draining all of me
Oh they find it hard to believe
I'll be wearing these scars
For everyone to see
I don't care what they say
I'm in love with you
They try to pull me away
But they don't know the truth
My heart's crippled by the vein
That I keep on closing
You cut me open and I
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open and I
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
I keep bleeding
I keep, keep bleeding love
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love
You cut me open and I
Keep bleeding
Keep, keep bleeding love

Jewel - Foolish Games

You took your coat off and stood in the rain
You were always crazy like that
I watched from my window
Always felt I was outside looking in on you
You were always the mysterious one
With dark eyes and careless hair
You were fashionably sensitive, but too cool to care
Then you stood in my doorway, with nothing to say
Besides some comment on the weather
Well in case you failed to notice
In case you failed to see
This is my heart bleeding before you
This is me down on my knees
CHORUS
These foolish games are tearing me apart
Your thoughtless words are breaking my heart
You're breaking my heart
You were always brilliant in the morning
Smoking your cigarettes, talking over coffee
Your philosophies on art, Baroque moved you
You loved Mozart and you'd speak of your loved ones
As I clumsily strummed my guitar
Well Excuse me, guess I've mistaken you for somebody else
Somebody who gave a damn
Somebody more like myself
CHORUS
You took your coat off and stood in the rain
You were always crazy like that
Caseiro....
"Jurei que te ía buscar ao fundo, mas não vou ficar lá contigo..."

terça-feira, março 25, 2008


Só filmes caseirinhos...

Tenho cumprido a minha promessa, mais um filme que vi do Heath Ledger... neste a sua performance foi muito diferente do que estamos habituados a ver.
Aconselho...

Curiosidade: os irmãos Grimm Jacob e Wilhelm Grimm, nascidos em 4 de Janeiro de 1785 e 24 de Fevereiro de 1786, respectivamente, foram dois alemães que se dedicaram ao registro de várias fábulas infantis, ganhando assim grande notoriedade. Também deram grandes contribuições à língua alemã com um dicionário (O Grande Dicionário Alemão - Deutsches Wörterbuch) e estudos de lingüística, e ao estudo do folclore.

PS - Obrigada Lena...

sexta-feira, março 21, 2008

Cinema Caseiro...

Sinopse: Emily Rose (Jennifer Carpenter) é uma jovem que deixou a sua casa numa região rural para ir estudar para a faculdade. Um dia, sozinha no seu quarto no alojamento, tem uma alucinação assustadora, perdendo a consciência logo em seguida. Como os surtos ficam cada vez mais frequentes, Emily, que é católica praticante, aceita ser submetida a uma sessão de exorcismo. Quem realiza a sessão é o sacerdote de sua paróquia, o padre Richard Moore (Tom Wilkinson). Porém Emily morre durante o exorcismo, o que faz com que o padre seja acusado de assassinato. Erin Bruner (Laura Linney), uma advogada famosa, aceita a defesa do padre Moore em troca da garantia de sociedade numa empresa de advocacia. À medida que o processo transcorre o cinismo e o ateísmo de Erin são desafiados pela fé do padre Moore e também pelos eventos inexplicáveis em torno do caso.

PS -Rita ainda tou à espera...
Um dos melhores filmes acção... pura acção... Ultimato


Sinopse:Jason Bourne (Matt Damon) é um homem que vive sem país e sem passado após ter sido submetido a um tratamento brutal, ao qual não se lembra, por pessoas que não conhece. Ele é uma sofisticada arma humana, perseguida incessantemente pela CIA. Após sua última aparição decidiu sumir para sempre e esquecer a vida que lhe foi roubada. Entretanto uma notícia num jornal de Londres, que especula sobre a sua existência, faz com que ele se torne mais uma vez um alvo. O programa Treadstone, que criou Bourne, já não existe mais, mas serviu de base para o programa Blackbriar, desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O Blackbriar desenvolve uma geração de novos matadores treinados secretamente pelo governo, que acredita que Bourne é uma ameaça de US$ 30 milhões que deve ser eliminada de uma vez por todas. Já Bourne vê neles uma oportunidade de descobrir quem realmente é e o que fizeram com ele.

terça-feira, março 18, 2008


cinema caseiro...
hoje é a vez de Ultimato.



Sinopse
Para comemorar a sua promoção no jornal em que trabalha, Alison Scott (Katherine Heigl) decide sair com as suas amigas para dançar. No lugar escolhido, a jovem conhece o embriagado Ben Stone (Seth Rogen), que, entre danças e piadas, conquista a moça por uma noite. Oito semanas depois de dormirem juntos, Ben recebe uma inesperada chamada de Alison marcando um encontro para revelar a sua gravidez. A partir da notícia, os dois terão que decidir sobre a vida da criança e suportar a estranha tarefa de se conhecerem sobriamente. Comédia do mesmo autor de O Virgem de 40 anos.
Uma comédia hilariante e ternorenta... é um filme para todos os gostos... VEJAM!!! a melhor comédia do ano...

domingo, março 16, 2008


Trabalhos manuais...











quinta-feira, março 13, 2008


Pode vir a ser uma das maiores comédias do ano...

quarta-feira, março 12, 2008


Se, depois de eu morrer...

Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.

Sou fácil de definir.Vi como um danado.
Amei as coisas sem setimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.


Alberto Caeiro
Subo as escadas que me levam àquele local, o meu espaço ideal, onde trabalho e repouso, onde me concentro e onde me ponho a divagar: o sótão. Ao abrir a porta sinto uma brisa suave, que vem da janela que dá para o jardim. Uma janela pequena de tons branco-sujo, enfiada entre duas paredes de madeira quase negra, que o tempo escureceu. Dessa janela vejo o jardim, mas bem lá no fundo do horizonte o mar relaxante. Neste espaço, entre as duas paredes, tenho a minha secretária, pequena, por sinal, feita de madeira de cerejeira. Em cima desta um candeeiro de cor cinza, um caderno de capa colorida e canetas de várias cores. A cadeira almofadada e com “rodinhas” fica mesmo encostada à mesa, onde me sento a trabalhar.
A um canto do sótão pequeno existe um baú, cheio de recordações: álbuns com fotografias de toda a família (antepassados e ainda presentes), roupa que o tempo pôs fora de moda, bugigangas e recordações de outros tempos que hoje já nem me lembro.
No chão há uma manta de trapos feita pelas mãos envelhecidas das gentes do campo; retalhos de vidas e de sonhos que o destino não deixou concretizar.
Nas paredes escuras tenho folhas e poster’s que me lembram os meus filmes mais queridos e as viagens que fiz.
Neste pequeno sótão tenho pouco a mostrar, mas tudo que o compõe me pertence, faz parte do meu ser, está cravado na minha pele.
Tento concentrar-me, mas a paisagem que vejo daquela janela leva-me sempre para outros lugares, que não aquele recanto que é só meu, e onde me refugio do mundo real.

Carla

terça-feira, março 11, 2008

segunda-feira, março 10, 2008

Ma petite Amèlie Poulian...

2 anos e 9 meses...

terça-feira, março 04, 2008

Número 23
foi o último filme que vi. Muito bem construido e bem conseguido... Gostei de ver Jim Carey noutro estilo de papel, sem ser a comédia.
Sinopse: Walter Sparrow (Jim Carrey) entra numa espiral de loucura quando toma contato com um misterioso livro chamado 23. Enquanto lê o livro, começa a ficar convencido de que o texto é baseado na sua própria vida. A sua obsessão com o número 23 começa a consumi-lo de forma a fazer com que Walter acredite que o texto está a influenciar a sua vida.
Vejam... mas não entrem em paranóia...

segunda-feira, março 03, 2008

Já sabem onde é...


Spike zinho... adeus...
O pôr do sol em Lamego, visto pelo meu papy


Filme a ir ver ao cinema...


"Este país não é para velhos"

de Ethan Coen e Joel Coen
com Tommy Lee Jones, Javier Bardem, Josh Brolin, Woody Harrelson, Kelly Macdonald, Tess Harper, Barry Corbin e Stephen Root
(Estados Unidos 2007)
Llewelyn Moss (Josh Brolin) descobre uma "pickup" guardada por um grupo de mortos e onde um carregamento de heroína e dois milhões de dólares em dinheiro vivo estão ainda na caixa aberta. Quando Moss leva o dinheiro desencadeia uma reacção de violência catastrófica, que nem mesmo a lei - na pessoa do desiludido xerife Bell (Tommy Lee Jones) - consegue travar.
À medida que Moss procura escapar aos perseguidores - em particular a Anton Chigurh (Javier Bardem), misteriosa personagem que atira a moeda ao ar para decidir se poupa ou não uma vida -, o filme desmonta o género do crime dramático americano e alarga os limites para abordar temas tão antigos como a Bíblia e tão sanguinariamente contemporâneos como os cabeçalhos dos matutinos.

"Freskinho" nos cinemas...

Diário de uma Nanny
de Shari Springer Berman e Robert Pulcini
com Scarlett Johansson, Laura Linney, Paul Giamatti, Chris Evans, Donna Murphy, Alicia Keys, Nicholas Art, Nathan Corddry, Cady Huffman e Brande Roderick
(Estados Unidos 2007)

Annie Braddock (Scarlett Johansson) é uma jovem da classe operária do seu bairro em Nova Jérsia e luta por compreender o seu lugar no mundo. Recém-saída da universidade, Annie é pressionada pela mãe para encontrar uma posição respeitável no mundo dos negócios, embora prefira trocar a sua "blackberry" por um diário de antropologista. Devido a um inesperado encontro, Annie acaba no elitista e ritualista Upper East Side de Manhattan, oposto à sua cultura, adquirida na vida suburbana de Nova Jérsia.Escolhendo fugir da vida real, Annie aceita um lugar de "baby-sitter" numa família rica, referenciada simplesmente como "os X". Rapidamente aprende que a vida não é tão cor-de-rosa na outra faixa social, tendo que servir todos os caprichos da senhora X (Laura Linney) e do filho desta, Grayer (Nicholas Art), enquanto tenta evitar o formidável senhor X (Paul Giamatti). A vida torna-se ainda mais complicada quando Annie se apaixona por um jovem muito atraente de Park Avenue e é forçada a reexaminar a sua vida e o sentido em que esta é dirigida.
Notícias...

Vídeo eleitoral
Manu Chao diz que PP usou indevidamente uma música sua
O músico espanhol acusou o Partido Popular de ter usado sem sua autorização a canção "A Trampa" ("Armadilha", em português) num vídeo eleitoral.
9:20 Segunda-feira, 3 de Mar de 2008

O cantor e compositor de origem espanhola, Manu Chao, denunciou o Partido Popular por ter utilizado, sem autorização prévia, a sua canção "A trampa" (Armadilha, em português) num vídeo eleitoral.
A canção, escrita por Chao e interpretada por Tonno Carotone, foi usada pelo partido conservador e reproduzida, nos dois últimos dias, em vários comícios eleitorais.
O autor soube da existência do vídeo depois de ter sido contactado por um amigo através da internet.
Em comunicado, Manu Chao assegura que "descobrir" que o PP usou a sua canção de "maneira totalmente ilegal" foi "uma desagradável surpresa", sobretudo porque foi usada para um vídeo "partidarista, eleitoralista e degradante para terceiros".
"É do conhecimento público que não tenho nenhuma simpatia pelo Partido Popular. Eles também nunca evitaram apoiar as várias críticas à minha forma de ser ou ao meu trabalho. Neste momento, tento perceber porque é que o PP toma a licença divina de utilizar uma obra de pessoas de que não gosta", pode ler-se no comunicado.
Manu Chao, depois de questionar os critérios utilizados pelo PP para definir os artistas "normais", apela ao voto contra a força política que representa Mariano Rajoy.
"Faço um chamamento a que vamos todos votar no próximo Domingo (dia 9 de Março) em qualquer partido que não seja o Partido Popular e evitar assim que o pior nos possa acontecer nos próximos cinco anos", concluiu.

domingo, março 02, 2008

Mais um trabalhito meu...

Isto é que é persistência...

Os meus trabalhos manuais







sábado, março 01, 2008


Candy

Tal como vos aconselhei ando a tentar ver a filmografia de Heath Ledger. E ontem foi Candy. Um filme muito bom... e muito realista. Veljam vão gostar!

Sinopse: Candy é uma pintora jovem e talentosa e Dan, um poeta promissor. Ambos são viciados em drogas. Quando se encontram, é amor à primeira vista. No início, sentem como se tivessem encontrado o paraíso. Mas, como em todos os paraísos, também neste há um pecado original: a heroína. Ambos acreditam que a felicidade não tem limites. Com o decorrer do tempo, percebem que não têm como sobreviver. Candy precisa se prostituir, e Dan não a impede. Eles decidem fortalecer o amor que os une e se casam.O filme participou da competição oficial do Festival de Berlim de 2006.