Não larga a porta do bar, só se por motivos de desacatos no interior do estabelecimento. Passa a noite a distribuir cartões de consumo obrigatório, mas nem um sorriso sai da sua boca.
Tenta, e dá, um ar de "mauzão",mas lá no fundo é um homemcomo qualquer outro: com fantasias, crenças,medos... O medo do que a noite misturada com uns litros de alcool pode trazer. Refugia-se na sua "capa" de homem de ferro e músculos, mas também chora quando tem de o fazer...
Mas isto acontece tudo fora dali, do bar. Aqui ele é o porteiro, o segurança, o que deixa ou não entrar para lá da porta do estabelecimento. Ele é o "deus" da noite de cada um que queira curtir até de madrugada...
Carla
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